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IA para automação: como padronizar, escalar e acelerar o desenvolvimento

Pessoa programando em ambiente com múltiplas telas, representando o uso de IA para automação no desenvolvimento de software.

Escrito por

  • Leandro Oliveira

Publicado em

  • 18 de julho de 2025

No desenvolvimento de software, a Inteligência Artificial (IA) evoluiu rapidamente de simples copilotos de código para soluções muito mais abrangentes de automação. Ferramentas como GitHub, Copilot e ChatGPT mostraram que é possível gerar trechos de código a partir de linguagem natural, poupando tempo dos desenvolvedores. No entanto, limitar-se apenas à geração de código é aproveitar apenas uma fração do potencial da IA. 

As empresas que focam só em IA para escrever código podem estar perdendo grandes oportunidades de eficiência em outras etapas do ciclo de engenharia, como:

  • A padronização de projetos;
  • Os testes;
  • A manutenção;
  • As operações.

 

Estima-se, por exemplo, que agentes inteligentes possam reduzir custos operacionais em 30% e elevar a produtividade em 20–40% ao automatizar processos complexos .

Neste artigo, vamos explorar de forma prática e estratégica como a IA pode padronizar código, converter design em software, realizar automação de refatorações em larga escala e orquestrar tarefas com agentes inteligentes, revolucionando a forma de desenvolver software.

IA no desenvolvimento: muito além dos copilotos de código

As primeiras aplicações de IA no desenvolvimento (os “copilotos de código”), foram revolucionárias, mas escrever código novo é apenas uma pequena parte do trabalho de engenharia. A maior parte do tempo de um desenvolvedor é gasta mantendo código existente, refatorando e corrigindo bugs. Ferramentas de geração de código resolvem o problema de escrever mais rápido, mas não atacam outros gargalos do ciclo de vida, como testes, reviews, débitos técnicos e integração contínua. 

Ou seja, quem foca só em geração de código perde a chance de automatizar tarefas substanciais da engenharia, como:

  • Padronizar estruturas de projeto, 
  • Configurar ambientes, 
  • Atualizar múltiplos serviços em paralelo, 
  • Analisar logs de erro, 
  • Entre outras.

 

É justamente nessas partes que a IA hoje mostra seu verdadeiro valor. As novas soluções de IA já vão muito além de autocompletar código: por exemplo, agentes inteligentes como o Cognition AI conseguem resolver de forma autônoma até 14% das tarefas de engenharia de software em certos projetos. Em vez de apenas sugerir uma linha de código, esses agentes podem executar fluxos inteiros de trabalho, como rodar testes, migrar componentes ou ajustar configurações, sem intervenção humana constante.

Isso significa que empresas que expandem o uso de IA para além do editor de código obtêm ganhos notáveis de produtividade e qualidade.

Mas quando mudar o foco para automação ampla? Assim que sua equipe já estiver colhendo benefícios dos copilotos de código, é hora de olhar adiante. Isso significa identificar tarefas manuais e repetitivas no pipeline de desenvolvimento e operações, por exemplo. Processos como code review, deploy, monitoramento de performance e correções de bugs podem ser aprimorados com IA. Grandes empresas já perceberam essa virada: a BMW, Airbnb e Uber, por exemplo, incorporam IA para dar mais agilidade ao desenvolvimento. No Brasil, a FCamara criou sua própria IA interna com agentes personalizados para cada squad, acelerando tarefas repetitivas em vários projetos. O resultado não é substituir engenheiros (a IA não torna o time de desenvolvimento obsoleto), mas sim liberar os profissionais para se concentrarem em problemas mais estratégicos e criativos, enquanto a automação cuida do trabalho pesado .

O que é Design-to-code?

Uma das aplicações mais promissoras de IA além do código em si é o chamado design-to-code. O termo refere-se a automatizar a conversão de protótipos de design em código de software, de forma que a interface projetada ganhe vida em forma de aplicativo ou site com o mínimo de intervenção manual. Em outras palavras, é transformar designs visuais em código fonte limpo que reproduz fielmente o layout . Essa abordagem colaborativa entre designers e desenvolvedores encurtará drasticamente o processo de implementação de interfaces. O que antes levava dias codificando CSS/HTML ou componentes nativos agora pode levar minutos.

Na prática, já existem diversas ferramentas que fazem design-to-code usando IA. Por exemplo, o plugin Visual Copilot para Figma é capaz de gerar automaticamente código de interface Android (Jetpack Compose), iOS (SwiftUI), React Native ou Flutter a partir de um arquivo de design, com alta fidelidade ao layout original. Outras plataformas convertem maquetes em código web (HTML/React/Angular) quase instantaneamente. O resultado disso é que o engenheiro gasta menos tempo em trabalho braçal de HTML/CSS e pode focar em lógica de negócio.

Os benefícios dessa abordagem são claros:

  • Ganho de agilidade na prototipação: em vez de esperar dias ou semanas para ter um MVP codificado, a equipe pode gerar uma versão funcional da interface em horas e testar hipóteses rapidamente. Isso permite “falhar rápido” e iterar no design com custo muito menor.

 

  • Consistência visual: o código gerado reproduz pixel a pixel o design feito no Figma ou outra ferramenta, evitando discrepâncias entre o que o designer imaginou e o que o desenvolvedor implementou. A padronização de componentes também melhora, já que estilos e espaçamentos seguem os mesmos critérios do design system, reduzindo retrabalho.

 

  • Aproximação dos times de design e desenvolvimento: o design-to-code pode unir os times, com a IA traduzindo a linguagem do designer (layouts estáticos) para a do desenvolvedor (código executável). O design-to-code impulsionado por IA pode aumentar a velocidade sem sacrificar qualidade, tornando o processo de construir UIs muito mais eficiente.

 

Como padronizar e refatorar com IA?

Outra frente de automação inteligente é o uso de IA para padronizar código e realizar automação de refatorações em larga escala. Grandes sistemas podem sofrer com inconsistências e “dívidas” de código, como: nomenclaturas diferentes para a mesma coisa, estilos divergentes entre módulos, funções duplicadas, etc. A IA pode atuar para garantir a consistência, identificando padrões e melhorias de forma automatizada. Por exemplo, o ambiente de desenvolvimento inteligente Cursor AI permite definir regras de estilo e arquitetura para que o assistente aplique essas convenções em todo o projeto, replicando padrões em contextos semelhantes e garantindo consistência no código. Isso significa menos código heterogêneo e menos surpresas para o time de QA, já que todos os módulos seguem as melhores práticas padronizadas.

Um dos maiores impactos vem das refatorações automatizadas. Imagine precisar renomear ou alterar o tipo de um campo (como um CNPJ) em 20 aplicações legadas diferentes, algo que manualmente levaria muito tempo de trabalho minucioso. Hoje, já existem plataformas que combinam análise estática com IA para executar esse tipo de refatoração massiva com segurança. Elas compreendem o código em nível semântico (às vezes construindo árvores de sintaxe abstrata completas) e então aplicam transformações coordenadas em dezenas de repositórios ao mesmo tempo.

A empresa Moderne, por exemplo, integrou modelos de IA em seu sistema de refatoração para modernizar código em massa, migrando frameworks, atualizando APIs legadas e corrigindo vulnerabilidades de forma orquestrada, indo além do escopo de copilotos tradicionais que atuam em um repositório por vez. Essas IAs “engenheiras de software” conseguem vasculhar milhares de arquivos, encontrar todos os trechos que precisam de alteração e até sugerir melhorias estruturais durante o processo.

A IA também pode identificar padrões de código e sugere refatorações estruturadas de maneira proativa. Como treinou em enormes bases de código, ela reconhece “code smells” e más práticas sutis que um humano poderia demorar a notar. Desenvolvedores relatam que ferramentas de IA podem escanear um codebase inteiro e apontar locais para refatorar, possíveis bugs ocultos ou oportunidades de otimização, agilizando a manutenção. 

Além disso, esses assistentes podem propor melhorias arquiteturais guiadas por boas práticas, por exemplo, simplificando funções complexas, dividindo módulos ou eliminarndo redundâncias, coisas que aceleram o trabalho de refatoração em si. A IA funciona como um par extra incansável revisando o código, cabendo ao desenvolvedor validar e aplicar, mas o ganho de velocidade é significativo.

Quais os impactos na qualidade do código e no tempo de QA?

Com a IA garantindo que o código siga padrões consistentes, a base pode se tornar mais limpa, estável e fácil de dar manutenção. Isso reduz a incidência de bugs introduzidos por descuido ou inconsistência, impactando no tempo de atuação do time de QA. Além disso, ao automatizar refatorações, o time de desenvolvimento tem mais tempo para dedicar-se aos testes críticos e revisões inteligentes.

Algumas IAs podem até gerar casos de teste automaticamente para cobrir as mudanças realizadas, aumentando a cobertura de QA sem esforço manual. Empresas como o Meta já demonstraram que é possível confiar à IA certos consertos: a ferramenta SapFix gera correções de bugs de forma autônoma, permitindo lançar novos produtos mais rapidamente e com menos retrabalho de QA humano. Porém, a validação final é sempre humana, pois boas práticas recomendam revisar e rodar a suíte de testes em cima de qualquer alteração sugerida pela IA. Mas quando bem empregada, a automação dá um salto na qualidade: código padronizado é código mais compreensível e testável, o que diminui o tempo gasto caçando erros em QA e aumenta a confiança nas deploys.

O que é IA multiagente e por que ela importa?

Conforme os usos de IA vão se espalhando pelo desenvolvimento, surge a necessidade de coordenar múltiplas inteligências artificiais trabalhando juntas. É aí que entra o conceito de IA multiagente. Em termos simples, um sistema multiagente envolve diversos agentes autônomos de IA colaborando para cumprir tarefas ou objetivos complexos. Cada agente é como uma “entidade” de software inteligente com capacidades e papéis próprios (por exemplo: um agente especialista em gerar código, outro em testar, outro em implantação), e todos se comunicam e cooperam para atingir um resultado maior.

Diferentemente de um único chatbot ou modelo isolado, os agentes em um sistema multiagente são orquestrados de forma que modelam objetivos em comum, compartilham informações e se coordenam constantemente. Essa interação permite encarar tarefas de grande escala e complexidade que seriam difíceis para uma IA única.

A diferença fundamental entre uma IA pontual e uma IA multiagente orquestrada está na distribuição de funções, resumido da seguinte forma:

  • Um agente isolado tende a fazer uma coisa de cada vez (por exemplo, responder perguntas ou gerar código dentro de um contexto limitado).

 

  • Já em uma arquitetura multiagente, cada agente pode se especializar em um domínio (como um micro-serviço de IA) e há um agente coordenador que decide qual agente deve agir em qual momento.

 

Essa abordagem espelha a dinâmica de um time humano: ao invés de um “faz-tudo” sobrecarregado (que pode se confundir com ferramentas demais e contexto demais), opta-se por vários agentes enxutos e focados, direcionando a sequência de passos. O resultado disso se dá em mais eficiência, clareza e confiabilidade na execução das tarefas. 

Qual o reflexo das IAs multiagentes no desenvolvimento de software?

Projetos complexos envolvem múltiplos tipos de atividades simultâneas, e é nesse ponto que as IAs de automação apoiam no desenvolvimento de softwares, ajudando em todas elas ao mesmo tempo. Imagine um fluxo onde, ao receber a especificação de uma nova feature, um agente gera o código base, outro agente escreve casos de teste, outro configura a infraestrutura necessária e outro documenta as APIs: tudo em paralelo e se comunicando. Esse tipo de automação orquestrada por agentes inteligentes promete uma aceleração drástica nos projetos.

Em termos práticos, a IA multiagente pode funcionar como uma “equipe digital” auxiliando a equipe humana. Cada agente lida com uma parte do pipeline, e juntos eles completam processos inteiros com pouca intervenção manual.

Outra vantagem é a robustez: com agentes colaborando, um pode revisar ou validar o trabalho do outro, reduzindo erros. Essa colaboração já aparece em tendências como agentes que “conversam” entre si (um atua como revisor de código do outro, por exemplo). Grandes empresas começam a investir nessas arquiteturas com múltiplos agentes cooperativos, pois elas aumentam a eficiência e confiabilidade das soluções de IA em ambientes de produção. A IA multiagente pode escalar a automação, pois ao invés de uma única inteligência artificial geral, temos várias inteligências especializadas resolvendo diferentes partes do problema de forma coordenada, o que abre um novo patamar de possibilidades em projetos de software e operações técnicas avançadas.

Como aplicar IA para garantir padronização e produtividade?

Diante de tantas frentes possíveis, como começar de forma prática a aplicar IA visando padronização de código e aumento de produtividade no seu time? Seguem algumas etapas estratégicas:

  • Mapeie dados e padrões do seu desenvolvimento: Uma iniciativa eficaz começa analisando o cenário atual. Reúna e estude os logs de sistemas e processos de build, o histórico de commits do código e registros de erros recorrentes. Esses artefatos escondem padrões valiosos! Por exemplo, logs podem revelar passos manuais repetitivos que ocorrem em toda release (candidatos claros à automação). Históricos de versão podem mostrar quais partes do sistema concentram mais correções ou falhas (áreas onde a IA pode ajudar a padronizar ou refatorar). E analisando bugs comuns você identifica padrões de erro onde uma IA poderia atuar (como ajustar automaticamente configurações conhecidas ou sugerir códigos mais seguros).

 

  • Foque nos ganhos rápidos (quick wins): Uma vez identificados os pontos de melhoria, priorize onde a IA entregará valor mais rápido para a equipe de desenvolvimento e produto. Em geral, os maiores ganhos vêm de automações que eliminam gargalos óbvios. Por exemplo, se o time gasta muitas horas em code reviews repetitivos apontando os mesmos problemas de estilo, um linter inteligente movido a IA pode padronizar isso automaticamente em cada commit. Se há muita dor em manter múltiplos serviços sincronizados (configurações, dependências, versões de API), uma ferramenta de refatoração em massa pode resolver em um dia o que desenvolvedores levariam um mês. Outra frente de ROI rápido é geração de testes e documentação: casos em que a IA produz artefatos que normalmente demandariam um alto esforço manual, aumentando qualidade sem consumir tempo de dev.

 

  • Aprenda com quem já fez: Felizmente, não é preciso reinventar a roda. Diversas empresas pioneiras já aplicaram IA para padronização e obtiveram sucesso – estude esses casos e adapte à sua realidade. Por exemplo, o Meta implementou IA para gerar patches de bug (caso do SapFix mencionado) e relatou ciclos de lançamento mais curtos. Startups têm usado IA para manter consistência de design em código, garantindo que todos os projetos sigam o mesmo padrão sem esforço manual. No cenário local, empresas de tecnologia têm internalizado copilotos com regras customizadas para seu stack, alcançando uma espécie de “codificador virtual” que conhece as preferências da equipe e aplica correções antes mesmo do pull request. Esses exemplos mostram que padronização com ROI rápido é possível: menos erros chegando em produção, menos inconsistências entre serviços e até redução de 60% nos tickets de suporte graças a agentes que resolvem problemas recorrentes automaticamente. A mensagem é: inspiração e evidências não faltam, use-as para convencer a liderança e destravar seus projetos de IA. 

Ao aplicar IA, não esqueça do básico: governança e acompanhamento. Estabeleça métricas de antes/depois (tempo de build, número de bugs por release, satisfação do time, etc.) para provar o valor. Mantenha os humanos revisando as sugestões da IA, principalmente no início, para treinar tanto a ferramenta quanto a equipe nas novas práticas. Com o tempo, sua empresa vai desenvolvendo confiança na automação e pode expandir seu uso de forma segura. Comece pequeno, meça resultados, celebre as vitórias e então escale para casos mais complexos. Esse ciclo iterativo garantirá a entrega,  padronização e produtividade com IA de forma sustentável, e não apenas uma prova de conceito passageira.

FAQ: dúvidas sobre IA para automação no desenvolvimento

A IA pode substituir o time de engenharia?

 

Não. As melhores práticas mostram que a IA é uma parceira que amplifica o trabalho dos desenvolvedores, mas não elimina a necessidade deles. Ferramentas atuais atuam como copilotos, cuidando de tarefas repetitivas, enquanto os profissionais focam em decisões de alto nível e criatividade. A IA não possui o contexto de negócio, a intuição e o senso crítico humanos para arquitetar sistemas complexos ou tomar decisões estratégicas. Portanto, pense na IA como um membro auxiliar do time, não um substituto. Empresas que combinaram ambos obtêm mais sucesso do que as que buscaram automação total sem pessoas.

 

É seguro usar IA para refatorações em sistemas críticos?

Sim, desde que com governança adequada. Ao empregar IA para modificar código de um sistema crítico (como aplicações financeiras, de saúde etc.), deve-se manter um processo rigoroso de revisão e testes. A IA pode sugerir e até implementar mudanças, mas um desenvolvedor sênior deve validar cada alteração e rodar a bateria de testes automatizados antes de enviar para produção. Na prática, muitas empresas já usam IA em partes sensíveis com sucesso – por exemplo, para migrar código legado (COBOL para Java, no caso do Watson Code Assistant da IBM ) – porém sempre mantendo o humano no loop. Com as salvaguardas certas (ambientes de staging, verificação de segurança estática, code review final), a automação pode sim acelerar refatorações críticas com segurança equivalente ou superior à manual, já que reduz erros humanos de descuido.

 

O que muda na arquitetura com agentes inteligentes?

A entrada de agentes de IA inteligentes na arquitetura traz novo componente orquestrador e algumas responsabilidades a mais! Em vez de uma aplicação monolítica rodando lógica fixa, você pode ter um orquestrador de agentes decidindo quais módulos de IA chamar para cada tarefa. Cada agente de AI especializado pode ser visto como um microserviço a mais na sua arquitetura, com inputs e outputs bem definidos. Isso exige projetar interfaces de comunicação (APIs, mensagens) entre o sistema tradicional e os agentes, além de lidar com aspectos de estado (memória de agente) e ferramentas externas que eles acessam. Por outro lado, a arquitetura ganha modularidade e escalabilidade: as decisões ficam distribuídas, e você pode adicionar novos agentes (ou substituir modelos) sem refazer todo o sistema. Conceitos como feedback loops também passam a fazer parte do design, por exemplo, um agente avaliador monitorando e corrigindo as ações de outro agente, tudo isso supervisionado pela camada de orquestração.

IA multiagente serve para empresas pequenas também?

Com certeza. Inicialmente pode parecer que sistemas multiagente são coisa de big tech, mas pequenas e médias empresas também podem tirar proveito dessa abordagem. Hoje existem frameworks e plataformas acessíveis (muitas open-source ou low-code) para criação de agentes personalizados. Além disso, startups e PMEs ganham agilidade competitiva ao usar agentes para automatizar processos inteiros com equipe reduzida. Em 2025, por exemplo, espera-se que agentes de IA assumam tarefas complexas em PMEs, indo de atendimento ao cliente ao desenvolvimento de software, dando a elas uma eficiência antes reservada a grandes corporações.

A chave é começar simples: talvez implementar 2 ou 3 agentes focados em pontos relevantes do seu negócio (ex: um agente para qualificar leads, outro para ajudar no suporte técnico, outro para otimizar sua infraestrutura em nuvem). À medida que os fluxos forem comprovando valor (já há relatos de redução de 30% em custos e aumento de 40% em produtividade com IA e automação via agentes), a pequena empresa pode escalar o uso de mais agentes. Importante notar que existem serviços de agentes-as-a-service e consultorias especializadas que tornam essa jornada mais fácil, ou seja, mesmo sem um time de IA interno, é possível contratar soluções sob medida. 

Se você quer acelerar o desenvolvimento, padronizar seu software e destravar a produtividade do seu time com ajuda de IA, a Vibbra pode ajudar!

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